quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Final del Pase libre para las Bacterias.

Artículo – Brasil


Final del Pase libre para las Bacterias.



Stanley Martins Frasão*

Hola! ¿Qué tal?", "Estoy junto contigo!" "Claro, yo también voy." "Vamos allá compañeras, vamos a hacer un autostop"! "Hola, ¿cómo llegaste aquí?" "Nosotras vinimos disfrutando el paisaje, nuestro chófer pasó por el mercado, después por las aceras, traspasamos calles, algunos parques, hasta que llegamos aquí." Y a cada paso más amigas se fueron reuniendo. "Imagina! Es muy temprano y ya estamos haciendo una gran fiesta." "¿Y vosotras?" "Nosotras llegamos hasta aquí en taxi, otras en autobús y algunas en coche particular". "Mirad que ropa blanca, olorosa, la que luce nuestro Doctor, tal como la de los Agentes de Salud!"

Sí, los profesionales del área de salud, a lo que parece, son transportadores, gratuitos, de bacterias y virus en sus ropas de trabajo.

Todo está contaminado!

¿Cómo así?,

¡Es muy sencillo! Los profesionales de salud salen de sus casas, orgullosos de la noble misión en la que trabajan, y claro, debidamente higienizados, vestidos con sus ropas inmaculadamente blancas, todas muy limpias y planchadas, y se dirigen a su trabajo, consultorios médicos y odontológicos, clínicas, hospitales, entre otros. Y así, en su camino, casa/trabajo/casa, recogen las bacterias y virus que están a su alrededor.

¡Pero parece que esa parranda de las bacterias y virus transportados por esos profesionales está llegando al final! Y se puede decir que con mucho retraso, ya que como todos saben, la infección, sobretodo la hospitalaria, mata.

Por cierto, aquello que parece o debería ser obvio, sobretodo para los profesionales de salud, (a final la concientización y la educación sobre prevención de riesgos biológicos son inherentes a la profesión de los mismos), tendrá que ser tratado, ¡crean!, por ley.

En la Cámara Municipal de Belo Horizonte, en reunión Plenaria, el Proyecto de Ley 1102/10 (Presione aquí),aprobado en 2º turno, en 22 de diciembre de 2010, prohíbe a los profesionales de salud que actúan en el ámbito del Municipio de Belo Horizonte, de que utilicen cualquier equipamiento de protección individual, incluso chalecos, batas, delantales y otros trajes especiales fuera del ambiente donde el trabajador del área de salud ejerza sus actividades, con la finalidad de que se evite la contaminación y la propagación de enfermedades infectocontagiosas.

En la Cámara de los Diputados tramita el Proyecto de Ley 6.626/09 (Presione aquí) que prohíbe el uso de equipamientos individuales de protección de trabajadores en salud fuera del ambiente laboral. Y los infractores estarán sujetos, sin perjuicio de las demás sanciones aplicables, a las penas de advertencia y multa, siendo que los empleadores serán responsabilizados solidariamente por la infracción. Pero el PL no fija los valores ni la forma de aplicación de las penas, dejando la definición para las normas reglamentarias.

La norma 485 (Presione aquí), de 11/11/05, del Ministerio del Trabajo y Empleo, aprobó la Norma Reglamentaria 32 (Seguridad y Salud en el Trabajo en Establecimientos de Salud - Presione aquí), que en su ítem 32.2.4.6.2, prescribe que los trabajadores no deben dejar el local de trabajo con los equipamientos de protección individual y los vestuarios utilizados en sus actividades laborales.

Pero lo que la población espera de los profesionales de salud, independientemente de una Ley, sea municipal o federal, es que tales procedimientos de concientización y de educación sobre prevención de riesgos biológicos sean siempre divulgados y estén presentes en el día a día de los mismos, ya que son los replicadores naturales de los mencionados actos.

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*Socio de Homero Costa Advogados, maestro en Derecho Empresarial, presidente de la Comisión de Sociedades de Abogados de la OAB/MG

Fonte: http://la.migalhas.com/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=126866

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Fim do passe livre para as bactérias



Fim do passe livre para as bactérias
Stanley Martins Frasão*

Ei, você aí, estou com você. Claro, eu também vou. Vamos lá companheiras, mais uma carona. Olá, como você chegou aqui? Nós viemos curtindo a paisagem, nosso motorista passou pelo mercado, depois pelas calçadas, travessamos ruas, alguns parques, até chegarmos aqui. E a cada passo mais amigas foram reunidas, uma festa já de manhã. E vocês? Nós chegamos até aqui de táxi, nós de ônibus e nós de carro particular.
Vejam só, roupa branquinha, até cheirosa, a do nosso Doutor, e também a dos nossos Agentes da Saúde.
Sim, os profissionais da área da saúde, ao que tudo indica, são transportadores, gratuitos, de bactérias e vírus em suas roupas de trabalho.
Está tudo contaminado!
Como assim?
Simples! Os profissionais de saúde saem de suas casas, orgulhosos da nobre missão que desenvolvem, com todo direito, devidamente higienizados, vestidos com roupas e seus jalecos brancos, todos limpos e passados, e se dirigem ao seu trabalho, consultórios, médicos e odontológicos, clínicas, hospitais, dentre outros. E assim, em suas trajetórias, casa/trabalho/casa, dão carona para as bactérias e vírus que estão aos seus arredores.
Mas parece que as farras das bactérias e vírus transportados por tais profissionais estão chegando ao fim! E já com muito atraso, afinal, como todos sabem, a tal da infecção, inclusive a hospitalar, mata.
Aliás, o que parece ou deveria ser óbvio, principalmente para os profissionais de saúde, afinal a conscientização e a educação sobre prevenção de riscos biológicos, são inerentes à profissão dos mesmos, terão que ser tratadas, acreditem, por lei.
Na Câmara Municipal de Belo Horizonte, em reunião Plenária, o Projeto de Lei 1.102/10 (clique aqui), aprovado em 2º turno, em 22 de dezembro de 2010, proíbe os profissionais de saúde que atuam no âmbito do Município de Belo Horizonte, de utilizarem qualquer equipamento de proteção individual, inclusive jalecos, aventais e outras vestimentas especiais fora do ambiente onde o trabalhador da área de saúde exerça suas atividades, com a finalidade de se evitar a contaminação e a propagação de doenças infecto contagiosas.
Na Câmara dos Deputados tramita o Projeto de Lei 6.626/09 (clique aqui) que proíbe o uso de equipamentos individuais de proteção de trabalhadores em saúde fora do ambiente laboral. E os infratores estarão sujeitos, sem prejuízo das demais sanções cabíveis, às penas de advertência e multa, sendo que os empregadores serão responsabilizados solidariamente pela infração. Mas o PL não fixa os valores e a forma de aplicação das penas, deixando a definição para as normas regulamentadoras.
A Fim do passe livre para as bactérias(clique aqui), de 11/11/2005, do Ministério do Trabalho e Emprego, aprovou a Norma Regulamentadora 32 (Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde – clique aqui), que em seu item 32.2.4.6.2, prescreve que os trabalhadores não devem deixar o local de trabalho com os equipamentos de proteção individual e as vestimentas utilizadas em suas atividades laborais.
Mas o que a população espera dos profissionais de saúde, independentemente de lei, seja municipal ou Federal, é que tais procedimentos de conscientização e de educação sobre prevenção de riscos biológicos sejam sempre divulgados e presentes no cotidiano dos mesmos, que são os replicadores naturais dos mencionados atos.
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*Sócio do escritório Homero Costa Advogados e presidente da Comissão de Sociedades de Advogados da OAB/MG


Esta matéria foi colocada no ar originalmente em 10 de fevereiro de 2011.

ISSN 1983-392X